MUITO CUIDADO COM O HOMEM PATETA

COM O HOMEM PATETA NÃO SE BRINCA!

Nesses tempos de Pandemia quando muitos adolescentes e também crianças ficam bem mais tempo navegando na Internet, MODISMOS MALICIOSOS surgem e pegam muita gente desprevenida.

Valendo-se também de PERSONAGENS CONHECIDOS ou ENGRAÇADOS, nas linhas dos jogos de desafios que vira e mexe aparecem, agora chegou este HOMEM PATETA.

Não é engraçado e é um perigo.

A Polícia Civil de Santa Catarina divulgou, na última semana um alerta para pais de crianças e adolescentes sobre perfis em redes sociais com o nome de Jonathan Galindo.

As páginas – cujas fotos são montagens que se parecem o personagem ‘Pateta’, da Disney - estariam assustando os menores com conteúdo de terror e mensagens que podem induzir ao suicídio.

Segundo a polícia, os primeiros perfis têm postagens em espanhol, mas  já se constatou que há páginas em português.

Esses perfis têm poucas postagens e desafiam as pessoas a segui-los e enviar uma mensagem privada. A partir daí, espera-se por retornos que podem ocorrer através de mensagens, vídeos, áudios ou até mesmo de uma ligação por vídeo ao vivo.

O conteúdo da resposta tem a intenção de causar desconforto, medo e, em alguns casos, tenta provocar o suicídio, explica o agente da polícia civil Ivan de Souza Castilhos, integrante do Núcleo de Inteligência e Segurança Institucional.

MALDADES VIA INTERNET CONTRA A INFÂNCIA E INÍCIO DA JUVENTUDE.

Em fevereiro deste ano, vídeos de um “desafio” chamado quebra-crânios passaram a circular e também causaram preocupação entre pais e profissionais de saúde, já que a queda podia causar prejuízos graves à saúde dos jovens.

Antes, em 2017, um jogo chamado Baleia Azul tinha desafios que levavam jovens ao suicídio.

O alerta da Polícia Civil de Santa Catarina, em parceria com o Tribunal de Justiça do estado, serve para chamar a atenção dos pais sobre o conteúdo consumido pelos seus filhos na internet. 

“Deixar um filho sozinho na internet é o mesmo que abandonar uma criança no meio da rua numa madrugada”, diz a delegada Patrícia Zimmermann D’Ávila, coordenadora da Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso em Santa Catarina.


FONTE: REVISTA CRESCER.
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