quando os pais são iniciadores de dificuldades que poderão resultar em suicídio infantojuvenil.

Mas... o que os outros irão pensar?

Muitos pais quando veem seus filhos adolescentes enfrentando dificuldades emocionais, na maioria das vezes procurando preservá-los de más conversações ou de boatos, terminam optando por isolar tanto a pessoa como o problema que lhes atinge.

Sim. Todos sofrem na família quando alguém sofre de questões emocionais ou mesmo com distúrbios e aí, “esconder” ou isolar não será a melhor solução e nem resposta, mas procurar logo ajuda e tratamentos.

Com certeza vivemos a época em que a Saúde Mental mais é tratada e acompanhada, com excelentes abordagens e meios terapêuticos com resultados maravilhosos, como nunca se viu na história da humanidade. Nesse quesito, Ciência e Medicina – bênçãos de Deus para nós – têm conquistado muito avanços.

Porém, ainda imperam muitos preconceitos da parte dos próprios pais e familiares de adolescentes que possam estar atravessando um momento difícil, conturbado, ou mesmo, padecendo com alguma síndrome mental. E definitivamente o isolamento e o afastamento de quem pode ajudar, não é a melhor ação e poderá ser mesmo A PIOR, tendo como consequência possível cada vez mais presente, o suicídio.

ONDE ERRAM OS PAIS?

Em manterem seus preconceitos. O próprio “conceito” que têm e que não têm fundamento algum, dos tipos:

ü Isso nunca ocorreu em nossa família;
ü ...As pessoas vão sair por aí falando “que o meu filho é louco”...
ü Isso logo passa!

Vivemos tempos muito difíceis para as pessoas já na Infância.

Sim, não temo em afirmar que a fase da vida mais atacada hoje é a infância.

Quantos lares destruídos, quantos divórcios, quanta alienação parental sobre vidas tão jovens, frágeis e inexperientes! É por isso que cada vez mais ouvimos falar de “traumas de infância”, porque desde ali situações e condições terríveis começam a ocorrer e a promover perturbações.

Por ser muito nova e não saber se expressar (não conseguir “se abrir”) logo cedo uma pessoa pode introjetar essas emoções que definitivamente não lhe farão bem e muito poderão crescer em formas de perturbações, medos e inquietações na alma.

Estarão “quietas” por um tempo, mas como um vulcão, estão se movimentando em silêncio e poderá ser grande a erupção um dia e este dia será... quando menos se espera.

Preconceitos e ideias erradas dos pais para o tratamento e o acompanhamento de um processo que poderá demandar tempo, são das principais barreiras enfrentadas pelos médicos e profissionais da saúde mental.

Ideias de suicídio poderão ser distúrbios psiquiátricos. Então, só uma pessoa treinada e especializada deve ser ouvida e passar a acompanhar o caso. E existem vários e diferentes casos, em graus e intensidades, daí que o médico psiquiatra poderá ser alguém levantado por Deus para agir logo, preventivamente e também em forma já curativa, prestando assistência com medicações que auxiliarão no tratamento.
 

TODO TRATAMENTO É UMA AÇÃO CONJUTA (e devida).

Pais devem estar atentos. Professores de crianças e de adolescentes, também. E, percebendo mudanças que caminham para a tristeza, reclusões, indisposições para brincar, choros e depressões, estes devem agir correta e devidamente. Os passos nessa ação conjunta são (e todos com pessoas de confiança):


ü  Pais observarem e começarem a tomar providências devidas (pesquisas e conversas com pessoas competentes na escola, na Medicina, com conselheiros capazes).
ü  Professores do colégio ou escola, observarem e informarem.
ü  Pediatras. Os primeiros que deverão ser procurados e informados. Eles saberão indicar os próximos passos.
ü  Hebiatras – Poucas pessoas sabem disso, mas o médico hebiatra é alguém que atende adolescentes.  Muitos jovens considerados adolescentes já não se sentem mais à vontade com pediatras, assim, o hebiatra deve e pode ser procurado.
ü  Centros de apoio à vida – Existem muitas centrais atendimentos telefônicos ou via ‘online’ na internet que poderão dar orientações melhores e imediatas. É mais um [bom] recurso, pois diante de crises e de situações que afligem os filhos, pais podem ficar desorientados, desnorteados até, e nesses estados não reunirão as melhores condições para devidas e corretas ações.
ü  Pastores – Pessoas que possam ajudar com o acompanhamento espiritual com a Palavra de Deus, pois distúrbios emocionais são também assuntos da alma. É a alma sentido e até gritando. Assim, não desprezemos no conjunto das ações a serem tomadas imediatamente, também contar com quem possa ajudar espiritualmente.


O médico hebiatra poderá trazer mais conforto para a pessoa do adolescente também por estudar com mais precisão questões desta fase da vida e seus problemas atuais. 

No tratamento deve haver paciência, amor, fé e presença. Não é de “pena” que uma pessoa que sofre precisa, mas de ações de amor e de compaixão. Que os profissionais da Educação e da saúde tenham mais compaixão por essas pessoas.

Que pastores, psicólogos e conselheiros saibam ouvir, com respeito e em amor.

Que pais não “se envergonhem”. Claro que não é “todo mundo” que pode ajudar ou até que serve para algum tipo de ajuda.  Mas, de novo e em tempo – sempre: isolar-se, retirar o filho das atividades, colocarem todos em uma redoma não será o caminho para o tratamento e nem para a cura de um mal, possível de atingir qualquer pessoa. Inclusive as da sua e da minha família.

O preconceito para o tratamento tantas vezes começa em casa e começa com os pais. Preconceito parental nessas horas será o conceito mais errado que a pessoa tem, segue e por ele se orienta. Pode ser fruto da ignorância e até da vaidade no pecado deste tutor, colocando sim em risco, a vida de seus filhos. Isso é  muito sério!

Desorientados e emocionalmente afetados, em geral, nessas condições poderão tomar as piores decisões.

Procurem saber mais, logo e com as pessoas e locais certos que podem ajudar. Um caminho a ser tomado, este.

E Deus levantou muita gente e recursos para isso.
Não se deixem levar “por suas” emoções e nem se preocupem com o que os outros irão pensar.

É a saúde física, mental e espiritual de uma pessoa jovem – o seu filho ou a sua filha – que está sofrendo e que está em jogo.

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