COMO CRIANÇAS PEQUENAS "ENTENDEM" AS COISAS.

VACINA E INFÂNCIA. UM TERROR E UM HORROR!
(tema principal: como as crianças entendem as coisas...)


E sempre será assim.

Crianças não entendem como adultos, pensam como adultos e reagem como adultos.
Mas, "horror" de horrível, agora, é quando um adulto pensa como criança, age e reage como criança MIMADA.


A criança não entenderá (em 100% do uso da palavra e verbo) por que terá que tomar remédio ou vacina, entenda-se: injeção!
Por mais que os pais expliquem, por mais que o médico "diga por quê", a criança "não entenderá"! E nunca [momento] entenderá por que terá que passar por aquilo"?
Não entenderá. Ponto.


E uma resposta simples é: porque criança "vê" o momento e para ela na vida e nesta fase, "o momento" diz tudo; é muito! E no momento... ela levará uma agulhada! Que dói!


Interpretará a dor "enorme" pelo tamanho da agulha, que aumentará "horrores" em sua cabecinha, à medida que se aproxima do momento da picada. E se tivesse que "entender" algo só "entenderia": aproxima-se a hora fatal!
O que convenhamos, não vale como entendimento, stricto sensu.


Mas e MAIS a criança chora pela circunstância torturante, do que pela intensidade da dor da agulhada.


Mas, nós entendemos todo o chororô.
E entendemos porque pensamos "como uma criança" se sente numa hora dessas, porque também já fomos crianças.


Se até hoje alguns adultos "têm pavor" de injeção vai ver que é por causa de duas possibilidades, separadas ou juntas:
a) trauma da infância.
b) Porque é um/uma molenga para injeções em qualquer época.


Mas aí, os adultos têm que pensar no bem da criança. Fará bem para a criança e a beneficiará para a melhora ou prevenção de qualquer coisa porque sabe que pode haver algo perigoso no momento (a enfermidade do momento que deva ser tratada com injeções) ou por prevenção quanto a um perigo que possa vir (uso das vacinas, portanto) e o adulto sabe e entende porque o medicamento ou a vacina ajudarão a remediar e a prevenir e agem como "cúmplices" do médico ou da enfermeira.


Por isso pais arrastam os seus filhos, seguram com força os mesmos e dão todo apoio ao [inimigo] médico ou enfermeiro, naquela hora.
O pensamento da criança pequena ainda é o que eu diria como "pensamento objetivo do momento". E o momento para ela nessas circunstâncias é só de dor , atrelado ao [enorme] medo. É assim que ela interpreta o momento: objetivamente e ainda, reduzidamente ao que lhe interessa; no caso: o livrar-se da dor da picada.


Criança não pensa objetivamente e a longo prazo. E o "subjetivo" em sua estrutura mental é ainda tão tênue, raso e pouco, que argumentos "subjetivos - aliás, para quase tudo na vida - não lhe servirá nem como resposta e nem como proposta.


O mesmo também serve para o sorvete!


Se você disser: "filho, filha eu vou lhe dar um sorvete!" Além de seus olhos brilharem, a boca fará uma pergunta e não será "quando?" mas será: "cadê"?


Sim, um [simples] sorvete - motivo de alegria - poderá tornar-se motivo de grande choro, lamúrias e sofrimentos, se a resposta do pai ou da mãe for: "amanhã"! Ou, "daqui a cinco horas" ou, pior ainda: "na semana que vem"!.
Tem situações e circunstâncias na vida que devemos pensar na proteção espiritual das crianças.

E um "não" com autoridade dos pais para ela já será a pronta e responsável resposta, se os pais exercem esta autoridade com sabedoria e conhecimento.


Um não que não necessitará de "explicação demorada" e nem de satisfações tantas e todas".
Mas, a criança que receber um "não" dos pais que sabem exercer a autoridade em amor - também como forma de disciplina (do que seja e é o certo, o correto e o necessário, por padrões bíblicos - Ef 6.4b), esta criança poderá até não "entender no momento", mas compreenderá pelo envolvimento de seus pais em toda a sua vida e com coerência para com ela, que é o certo e que há amor dos pais: intenso e imenso por ela, a criança. E isso a tranquilizará.
Será a sua "compreensão".

Compreenderá com o pouco tempo, até, que o papai a segurou forte na hora da injeção, porque ele a ama e aquilo, mesmo naquela circunstância, é para o seu bem.

Não conseguirá esta criança verbalizar seus sentimentos, agora, porque "compreendeu" porque papai a segurou forte. Mas compreenderá com o coração [mais do que com a mente, no momento] e isso a sossegará.
Para tudo na vida quando lidamos com a Infância deve haver o respeito pela infância e eu daria um nome para isso: "COERÊNCIA". Em tudo e para tudo.


Claro que os pais "não acertarão sempre", em tudo e para tudo. Mas será exatamente a "coerência" que manterá o bom diálogo sempre aberto.

Contudo, se para proibições ou ordens dadas, a criança não vir coerência... no coração dela, primeiro virão sentimentos que poderão contaminar [e muito] rápido a sua mente, com a raiva.


Exemplifico: o pai que diz: "não coma guloseimas antes da refeição! Daqui a uma hora nós jantaremos".
...E imediatamente senta-se no sofá e pega um saco de jujubas e passa a degustá-las 'numa boa'...
Aí - e com razão - a criança questiona: "ei pai, você acabou de dizer que não é para comermos guloseimas antes da janta?"...
Resposta do pai: papai pode!
Reação possível e até rápida na criança: raiva!


Cuidemos bem com as explicações, colocações e afirmações que fazemos dentro de nossos lares, para tudo!


Se a criança não vir "coerência"... ela não entenderá, não compreenderá e guardará: de frustrações iniciantes a mágoas iniciadas".
Pensemos melhor e sejamos mais coerentes com
a Infância.
Isso será um santo remédio.
E uma sábia vacina.
"E vós pais, não provoqueis os vossos filhos à ira" (Ef 6.4a).


O versículo começa com os pais.
Nunca nos esqueçamos disso.


Por princípio.

Curso AnteriorA CRIANÇA A MANGA E AS ESCRITURAS
Próximo CursoSe a sua criança, assustada, não consegue dormir à noite.